ARTIGO ORIGINAL

 

PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES INTUBADOS E TÉCNICAS DE INTUBAÇÃO EM UM HOSPITAL DE MÉDIA COMPLEXIDADE

 

CLINICAL AND EPIDEMIOLOGICAL PROFILE OF INTUBATED PATIENTS UNDER MECHANICAL VENTILATION IN A MEDIUM COMPLEXITY HOSPITAL IN SOUTH MARANHÃO

 

PERFIL CLÍNICO Y EPIDEMIOLÓGICO DE PACIENTES INTUBADOS BAJO VENTILACIÓN MECÁNICA EN UN HOSPITAL DE MEDIA COMPLEJIDAD DEL SUR DE MARANHÃO

 

https://doi.org/10.31011/reaid-2026-v.100-n.4-art.2684

 

1Gabriel Macedo de Morais

2Guilherme Allef Matos de Morais

3Solon Alves da Silva Filho

4Rafael Aires Oliveira Campos

5Marcos Vinícius Novais Alves

6Karla Vanessa Morais Lima

7Bruna Pereira Carvalho Siqueira

8Francisco Alves Lima Junior

 

1Universidade Ceuma, Imperatriz, Brasil. Orcid: 0009-0007-3942-7086

2Universidade Ceuma, Imperatriz, Brasil. Orcid: 0000-0001-9844-6227

3Universidade Ceuma, Imperatriz, Brasil. Orcid: 0009-0008-1463-5599

4Universidade Ceuma, Imperatriz, Brasil. Orcid: 0009-0000-9415-7217

5Unisulma, Imperatriz, Brasil. Orcid: 0009-0009-5182-8995

6Faculdade de Medicina de Açailândia. Açailândia, Brasil. Orcid: 0000-0002-3018-2621

7Universidade Federal do Maranhão, Imperatriz, Brasil. Orcid: 0000-0002-6434-8546

8Universidade Ceuma, Imperatriz, Brasil. Orcid: 0000-0002-3117-4949

 

Autor correspondente

Francisco Alves Lima Júnior

Avenida Pedro Neiva de Santana, Ecopark III, Imperatriz, Maranhão. Brasil. CEP: 65.919-555. E-mail: francsico.alj@ufma.br

 

Submissão: 05-08-2026

Aprovado: 07-11-2025

 

RESUMO

Objetivo: Identificar o perfil clínico-epidemiológico de pacientes internados em unidade de terapia intensiva submetidos à intubação orotraqueal. Métodos: Documental, descritivo, retrospectivo e quantitativo. Dados coletados nos prontuários dos pacientes intubados e sob ventilação mecânica na UTI de janeiro a julho de 2023. Realizados testes de frequência para análise descritiva. A população foi composta por 111 pacientes. Aprovado no CEP nº: 42251020.0.0000.5084. Resultados: A população mais acometida foi do sexo masculino, faixa etária de 40 a 59 anos e pardos. No perfil clínico e epidemiológico, a principal causa foi rebaixamento de nível de consciência (25,6%), sendo a técnica de sequência rápida de intubação (80,7%) mais utilizada, comorbidade prevalente Hipertensão arterial sistêmica (HAS) (43,1%). Os pacientes permaneceram intubados de 0-5 dias (51,4%). Medicamentos utilizados: hipnóticos, Bloqueadores neuromusculares (BNM) e analgésicos. 79,8% evoluíram para óbito. Conclusão: Há necessidade de realizar um controle adequado das comorbidades e capacitação dos profissionais para redução de mortalidade e adequado registro dos prontuários.

Palavras-chave:  Indução e Intubação de Sequência; Unidades de Terapia Intensiva; Resultados de Cuidados Críticos.

 

ABSTRACT

Objective: To identify the clinical-epidemiological profile of patients admitted to an intensive care unit undergoing orotracheal intubation. Methods: Documentary, descriptive, retrospective, and quantitative study. Data collected from the medical records of intubated patients in the ICU from January to July 2023. Frequency tests were conducted for descriptive analysis. Population: 111. Approved by the Research Ethics Committee (CEP) under number: 42251020.0.0000.5084. Results: The most affected population consisted of men, aged 40 to 59 years, and individuals of mixed race. In the clinical and epidemiological profile, the main cause was a decreased level of consciousness (25.6%), and the rapid sequence technique was used in 80.7% of cases, with hypertension (43.1%) being the prevalent comorbidity. Patients were intubated for 0-5 days (51.4%). Medications used included hypnotics, neuromuscular blockers, and analgesics. 79.8% of patients progressed to death. Conclusion: There is a need for adequate control of comorbidities and professional training to reduce mortality rates and ensure proper medical record documentation.

Keywords: Rapid Sequence Induction and Intubation; Intensive Care Units; Critical Care Outcomes.

 

RESUMÉN

Objetivo: Identificar el perfil clínico-epidemiológico de los pacientes ingresados en una unidad de cuidados intensivos sometidos a intubación orotraqueal. Métodos: Estudio documental, descriptivo, retrospectivo y cuantitativo. Datos recopilados de las historias clínicas de los pacientes intubados en la UCI desde enero hasta julio de 2023. Se realizaron pruebas de frecuencia para el análisis descriptivo. Población: 111. Aprobado por el Comité de Ética en Investigación (CEP) con el número: 42251020.0.0000.5084. Resultados: La población más afectada fueron hombres, con edades comprendidas entre los 40 y 59 años, y personas de raza mestiza. En el perfil clínico y epidemiológico, la principal causa fue el descenso del nivel de conciencia (25,6%), y se utilizó la técnica de secuencia rápida en el 80,7% de los casos, siendo la hipertensión arterial (43,1%) la comorbilidad prevalente. Los pacientes estuvieron intubados de 0 a 5 días (51,4%). Se utilizaron medicamentos como hipnóticos, bloqueadores neuromusculares y analgésicos. El 79,8% de los pacientes evolucionaron hacia el fallecimiento. Conclusión: Existe la necesidad de un control adecuado de las comorbilidades y de la formación profesional para reducir las tasas de mortalidad y garantizar un registro adecuado de las historias clínicas.

Palabras clave:  Intubación e Inducción de Secuencia Rápida; Unidades de Cuidados Intensivos; Resultados de Cuidados Críticos.

 

INTRODUÇÃO

Em pacientes graves, a intubação orotraqueal (IOT) é um procedimento considerado como protagonista em se tratando do seu potencial de salvar vidas, por meio da sua capacidade de proteção e manutenção das vias aéreas de maneira definitiva. Suas principais indicações são pacientes com: incapacidade de proteger as vias aéreas (Glasgow ≤8), falha na ventilação e/ou oxigenação1.

Existem riscos e complicações em uma IOT, que podem ser evitados se ela for feita com a técnica correta, baseada em protocolos de sequência rápida ou prolongada. Entre as possíveis complicações estão, intubação esofágica, que pode levar à hipoxemia, hipercapnia e morte; intubação seletiva, resultando em atelectasia do pulmão não ventilado ou barotrauma; trauma de vias aéreas superiores; da coluna cervical; dos dentes; arritmias cardíacas; entre outros1,2.

De acordo com o entendimento das principais complicações das vias aéreas e da fisiopatologia das lesões de mucosas relacionados à intubação orotraqueal, medidas profiláticas simples e práticas podem ser adotadas durante a assistência ao paciente intubado, as quais seguramente garantem a diminuição do índice de morbidade das vias aéreas2.

A partir do levantamento epidemiológico da IOT foram obtidas as quatro principais causas para realização desse procedimento, são respectivamente: Parada Cardiorrespiratória (PCR), rebaixamento do nível de consciência (Glasgow ≤ 8), Insuficiência respiratória aguda (IRpA) e Doenças Cardiovasculares. Além disso, observou-se a prevalência da intubação no sexo masculino e na faixa etária acima dos sessenta anos 3.

Destarte, tendo sido observado através da epidemiologia da intubação a importância desse procedimento para a sobrevida dos pacientes, principalmente aqueles em estado grave, despertou-se o interesse em realizar um estudo sob esse viés, não só com o intuito de expor a técnica correta da intubação para aprimoramento dos profissionais como também para  diminuição dos erros durante e após o procedimento, diminuindo dessa forma a morbidade e aumentando a qualidade de vida dos pacientes submetidos a IOT.

Assim, objetiva-se com o presente estudo identificar o perfil clínico-epidemiológico de pacientes internados em unidade de terapia intensiva submetidos à intubação orotraqueal em um hospital no Sul do Estado do Maranhão.

 

MÉTODOS

Trata-se de um estudo documental, descritivo, retrospectivo e de abordagem quantitativa. O estudo utilizou dados secundários a partir de prontuários físicos, dos pacientes intubados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no período de janeiro a julho 2023 em um hospital de referência no Sul do Estado do Maranhão. 

Foram realizados testes de frequência para análise descritiva dos dados. A população pesquisada foi de 350 prontuários, após critérios de inclusão participaram 111, sendo a totalidade de pacientes submetidos à IOT no período. Foram incluídos no estudo pacientes acima de 18 anos, submetidos a intubação orotraqueal (IOT) e internados no primeiro semestre de 2023. Esse projeto foi submetido e aprovado sob o nº 42251020.0.0000.5084, no Comitê de Ética em Pesquisa (CEP).

 

RESULTADOS

A partir dos dados obtidos, verificou-se que ocorreram 111 IOT no primeiro semestre de 2023, incluindo-se todos os pacientes submetidos a IOT e maiores de 18 anos, excluindo-se dois pacientes por serem menores de 18 anos, resultando em um N=109 pacientes.

Tabela 1 - Aspectos sociodemográficos de pacientes internados e submetidos a IOT em um hospital no Sul do Maranhão no período de janeiro a julho/2023.

 

FA (N)

FR (%)

Faixa etária

 

 

20 a 39 anos

6

5,5

40 a 59 anos

33

30,2

60 a 64 anos

5

4,5

65 ou mais

65

59,8

Sexo

 

 

Masculino

58

53,0

Feminino

51

47,0

Raça/Etnia

 

 

Ignorado

4

3,6

Branca

16

14,6

Preta

11

11,0

Parda

77

70,6

Indígena

01

0,2

 

109

100%

   FA: Frequência absoluta; FR: Frequência relativa

Tabela 2 - Aspectos clínicos dos pacientes internados e submetidos a IOT em um hospital no Sul do Maranhão no período de janeiro a julho/2023.

 

FA (N)

FR (%)

Motivos para IOT

 

 

Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA)

8

7,3

Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA)

20

18,3

Parada Cardiorespiratória (PCR)

15

13,7

Rebaixamento do nível de Consciência (RNC)

28

25,6

Sepse Foco Pulmonar (SFP)

21

19,2

Sepse Foco Abdominal (SFA)

10

9,8

Não Registrado (NR)

1

1,0

Hemorragia Digestiva Alta

(HDA)

2

2,0

Edema Agudo de Pulmão (EAP)

4

4,0

Técnica utilizada

 

 

Sequência rápida

88

80,7

Sequência lenta

03

2,7

Não registrado

17

16,6

Tamanho do tubo

 

 

7

5

4,5

7,5

12

11,3

8

15

13,7

8,5

09

8,2

Outros

5

4,5

Não registrado

63

57,8

Comorbidades

 

 

Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)

47

43,1

Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2)

25

22,9

Obesidade

01

1,0

Asma ou Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

11

10,0

Outros

13

12,0

Não registrado

12

11,0

Dia de internação em UTI

 

 

0-5

25

23

6-10

20

18,3

11-15

19

17,4

16-20

20

18,3

Acima de 20

25

23

Dia de intubação

 

 

0-5

56

51,4

6-10

29

26,6

11-14

12

11

Acima de 14 (prolongado)

12

11

 

109

100%

FA: Frequência absoluta; FR: Frequência relativa

Tabela 3 - Medicamentos utilizados em pacientes para o procedimento de IOT em um hospital no Sul do Maranhão no período de janeiro a julho/2023.

Medicamento

 

FA (N)

FR (%)

Hipnóticos

Etomidato

18

16,6

Ketamina

15

13,7

Midazolam

28

25,6

Propofol

02

2,0

Não foi utilizado

10

9,1

Não registrado

36

33

 

 

 

 

Bloqueador Neuromuscular (BNM)

 

Succinilcolina

24

 

23

Rocurônio

10

9,1

Não foi utilizado

33

30,2

Não registrado

41

37,7

Analgesia

Fentanil

58

53,5

 

 

 

Lidocaína

01

1,0

Não foi utilizado

05

4,5

Não registrado

44

41

 

 

109

100%

FA: Frequência absoluta; FR: Frequência relativa

 

Tabela 4 - Desfechos relacionadas à IOT eclínicos dos pacientes submetidos a IOT em um hospital no Sul do Maranhão no período de janeiro a julho/2023. 

Complicação pós IOT

FA (N)

FR (%)

Óbito

08

7,5

Pneumotórax

00

0

Lesão de via aérea

00

0

Não houve

88

81,5

Outros

07

6,5

Não registrado

05

4,5

Desfecho clínico

 

 

Não extubado, transferido

01

1

Extubado vivo

21

19,2

Óbito

87

79,8

 

111

100%

FA: Frequência absoluta; FR: Frequência relativa

 

DISCUSSÃO

No período de janeiro a julho de 2023 houve um total de 111 pacientes submetidos a IOT na UTI, no qual a faixa etária mais acometida foi a de idosos (≥ 65 anos) resultando em 65 pacientes (59,8%) submetidos a IOT, dado que corrobora com os achados de um estudo realizado em Maceió no ano de 2022 onde observou-se a média de idade de pacientes submetidos a IOT foi de 67 anos. As comorbidades que mais se apresentaram no estudo foram a Hipertensão Arterial Sistêmica (43,1%) e Diabetes Mellitus Tipo 2 (22,9%), que atingem essa população, contribuem para a necessidade da IOT 4,5,6,7.

O sexo masculino foi o mais acometido com 53% dos casos. Um estudo realizado em Maceió corrobora com o achado identificando como 62% dos participantes, associa-se essa condição em razão dos homens apresentarem um nível mais elevado de comprometimento do seu sistema orgânico devido às suas obrigações profissionais, à negligência e a algumas variações anatômicas e fisiológicas quando comparados com as mulheres 6,7.

Em relação raça/cor, a mais afetada foi a parda (70,6%), porém a literatura apresenta divergências quanto a esse aspecto podendo se relacionar ao aspecto populacional de cada região pesquisada8.

Quanto ao aspecto clínico/epidemiológico, no que diz respeito as principais indicações de IOT, identificou-se rebaixamento do nível de consciência (25,6%), sepse de foco pulmonar (19,2%) e insuficiência respiratória aguda (18,3%). Um estudo de Frazão e colaboradores (2020) corrobora com os dados descritos, o qual apresenta que as principais indicações foram o rebaixamento do nível de consciência (55%), insuficiência respiratória aguda (43%) e Parada Cardiorrespiratória (2%)2,4,6,8.

Em relação a técnica de intubação, a IOT por sequência rápida (SR) foi predominante (80,7%). No entanto, observa-se uma falha de reconhecimento sobre a utilização da técnica durante a análise dos resultados, tendo em vista que a maioria (37,5%) das IOT’s que foram consideradas pelos médicos como SR na realidade não eram, já que exige a obrigatoriedade do uso de bloqueadores neuromusculares (BNM), de acordo com o Manual de Walls para manejo da via aérea na emergência9,10.

Com base no levantamento dos prontuários de pacientes submetidos a IOT notou-se a prevalência no uso de hipnóticos (midazolan 25,6%; etomidato 16,6%), bloqueador neuromuscular (succinilcolina 23%; rocurônio 9,1%) e analgésicos (fentanil 53,5%; lidocaína 1%). Porém, constatou-se perante a análise dos prontuários a ausência do registro dos medicamentos utilizados no procedimento na maioria dos casos (hipnóticos não registrados 33%, BNM não registrado 37,7% e analgesia não registrada 41%). Portanto é imperativo o treinamento dos profissionais no que tange o registro em prontuário de todos os passos da sequência rápida de intubação1,9,11,12,13.

Acerca dos dias nos quais os pacientes se mantiveram sob IOT tivemos uma prevalência na duração de 0 a 5 dias (51,4%) de todos os pacientes submetidos. Com relação aos dias de internação em UTI observou-se uma taxa de permanência hospitalar com uma distribuição homogênea entre os extremos apresentando prevalência de 0 a 5 dias (23%) e acima de 20 dias (23%). Tendo em vista a interrelação dias de internação/intubação concluiu-se que aqueles pacientes que permaneceram mais dias internados/intubados tiveram piores desfechos, sendo também um reflexo das patologias de base dos pacientes, uma vez que pacientes com mais doenças prévias a IOT permaneceram por maior tempo internados em leito de UTI14,11.

Em relação ao desfecho clínico, o estudo apresenta que, 79,8% dos pacientes evoluíram para óbito, 19,2% foram extubado vivo e 1% da amostra foi não extubado/transferido. É possível inferir que, a população mais vulnerável a óbito foram os idosos totalizando 59,8% dos achados. Um estudo realizado em Natal-RN apresenta dados semelhantes, o qual atesta que idosos com comorbidades internados em UTI apresentam menor sobrevida13.

 

CONCLUSÃO

O perfil sociodemográfico dos pacientes intubados apresentou um predomínio para homens, faixa etária dos idosos com 65 anos ou mais e pardos.

Quanto ao perfil clínico e epidemiológico, observou-se que a principal causa foi rebaixamento de nível de consciência (25,6%), a técnica utilizada sequência rápida (80,7%), a comorbidade mais prevalente foi a HAS (43,1%), seguida de DM2 (22,9%). Os pacientes permaneceram intubados de 0-5 dias (51,4%). Entre os medicamentos, obteve-se os hipnóticos, BNM e analgésicos. Sendo os mais utilizados, midazolam (25,6%), succinilcolina (23%) e fentanil (53,5%). Em relação ao desfecho clínico (79,8%) dos pacientes evoluíram para óbito.

Desse modo, é perceptível que há uma necessidade de realizar um controle adequado das comorbidades que acometem os pacientes, para que haja uma redução de mortalidade dos pacientes submetidos a IOT. Além disso, é fundamental que os profissionais se capacitem para registrar os prontuários de forma adequada, o que permitirá uma análise mais minuciosa do procedimento realizado e da técnica adotada.

 

REFERÊNCIAS

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Fomento e Agradecimento:

“Nada a declarar”

 

Declaração de conflito de interesses

“Nada a declarar”

Declaração de disponibilidade de dados

Não   foram   gerados   bancos   de   dados   neste estudo.    As    informações    apresentadas    estão descritas no corpo do artigo.

 

Critérios de autoria (contribuições dos autores)

 

Todos os autores contribuíram substancialmente na concepção e/ou no planejamento do estudo; na obtenção, na análise e/ou interpretação dos dados; assim como na redação e/ou revisão crítica e aprovação final da versão publicada.

 

Editor Científico: Francisco Mayron Morais Soares. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-7316-2519

 

Rev Enferm Atual In Derme 2026;100(4): e026106